30 de junho de 2010

CONFUSÕES

            Por que nós adolescentes nos confundimos tanto com as escolhas, os amores, as amizades, etc.? Por que nos confundimos tanto com a vida!!?? As nossas escolhas de hoje são as que dirão a todo o nosso futuro como ele deve ser, nossos amores de hoje são nossas possíveis famílias de amanhã, as amizades devem ser muito bem escolhidas, pois, influirão em quase todo o nosso futuro.
            São tantas coisas que fazemos hoje e refletem amanhã que as mentes se confundem e ocorrem embaraços sutis e devassadores. Quem nunca disse “eu te amo” e depois descobriu estar enganado? Quem nunca fez uma escolha “legal”, porém, errada? Quem nunca secretou algo a alguém e se confundiu ao confiar naquele (a) amigo (a)? Pelo amor de Deus! Existe alguém, um E.T que seja, que possa me dizer que nunca se confundiu com a vida, sem estar mentindo, e me ensinar como se faz isso!?
            Agora, falando por mim, confundo-me com tantas coisas que já nem sei mais como explicar, citar, e/ou escrever completamente, inteiramente e integramente as minhas confusões! A única coisa da qual eu tenho certeza é que Deus nunca vai me abandonar e, muito menos, me permitir passar por dificuldades que eu não possa escrever e confusões que eu não possa decifrar. Mas, hoje, as confusões são tantas! Vivo as loucuras mais inimagináveis e silenciosas dentro de mim, amo viver essas loucuras, mas, chega um momento que eu percebo que elas me fazem sofrer!
            Pelas paixões e pelos amores que eu já não devia mais me deixar levar e, muito menos, confundir, mas, quando penso estar conseguindo isso, as memórias me vêm como fantasmas, soprando aos meus ouvidos coisas que eu não quero mais saber (♪♫), ou quero? Até isso me confunde! Amores antigos que haviam se desfeito parecem ir e vir quando querem paixões quentes, super ardentes, elas vêm e vão, criando pedaços e desfazendo pedaços de mim, da minha mente, dos meus conceitos, das minhas idéias, da minha personalidade!
            Pelas escolhas eu ainda posso me dar um desconto, estou aprendendo a escolher, deixando as indecisões de lado, no entanto, as escolhas são feitas desde cedo e é desde cedo que devemos aprender a fazê-las sem que elas nos confundam e nos dominem, eu ainda não aprendi isso!
            As amizades que fazemos e escolhemos ao longo da vida, são elas que dizem quem somos e todo o resto sobre nós, não deviam, mas, nos confundem! São tantas amizades diferentes, pessoas que se dão bem comigo, mas, cada um tem um modo diferente de viver e ver a vida, cada um tem um conselho diferente e cada um, cada amigo, cada pessoa que eu ouço e que me ouve também me diz coisas diferentes, às vezes parecidas ou até iguais em alguns aspectos, mas sempre diferentes em vários.
            É a vida! Já chegamos à terra em dúvida, nem sabemos logo de cara se iremos fecundar o óvulo! Quem dirá saber de cara qual é o futuro e quais as traduções para as confusões de um adolescente!? Apenas Deus sabe e é n’Ele que eu me apego, fora isso eu apenas vivo, não é a vida que me leva e também não é ao contrário, é Deus que me leva pela vida e nela eu vou decifrando meus enigmas e descobrindo os meus tesouros, basta apenas confundir-me ao viver para saber que as confusões da vida fazem-me decifrar quem eu sou!

Jônatas Araújo dos Santos                                                    (21/06/2010 – 00h33minHS)

16 de junho de 2010

IMPRESSÕES

Nossa, é simplesmente incrível como as pessoas não entendem a inspiração de quem escreve, pondo-me como exemplo, todos perguntam se estou apaixonado ou namorando, querem saber sobre minha visão política (socialista/comunitarista de esquerda), religiosa (cristão/protestante, seguidor de Deus e da Bíblia), perguntam sobre minha visão político-religiosa, enfim, tentam entender e compreender o incompreensível, tentam definir uma unica inspiração, uma unica razão para eu escrever.
               Bom, a inspiração para mim é a própria escrita, a falta de inspiração me inspira a escrever, os fatores do dia-a-dia, as diferentes idéias, os meus loucos e diferentes pensamentos, tudo se adequa ao papel e à caneta quando as letras e palavras são a inspiração inicial, a escrita me leva a dúvidas próprias, que me levam à leitura, que por sua vez, me leva a escrever o que aprendi, entendi, concordei e discordei daquilo que li.
              Percebe-se então que é um ciclo vicioso, porém, nem sempre ele é o mesmo, a escrita se perde em temas, a leitura se esvai com o cansaço, as próprias dúvidas que se criam vão sumindo, aí então, como fica a inspiração para escrever? A falta do que escrever é um bom começo! É escrevendo que se adquire inspiração para escrever, não tem o que fazer? Escreva! Não quer fazer nada mas também não quer ficar parado? Escreva! Não tem o que escrever? Escreva! Escreva! e... Escreva! Deixe a sua mente imprimir o que ela tem, mesmo que pareça não ter nada.
               Os maiores homens sempre começam do nada, na verdade,  todos nós, de certa maneira, começamos do nada, a diferença é que nem todos chegam ao "alguma coisa", ao "quase tudo" ou ao TUDO! Comece a escrever do nada e deixe o TUDO da sua vida no papel!

13 de junho de 2010

TÍTULO

O título de um texto é como a capa de um livro, o olhar de uma pessoa ou um perfil de ORKUT. Não é certo julgar um livro pela capa, uma pessoa por um simples olhar ou um dono de uma conta no ORKUT pelo seu perfil, porém, são estes itens que fazem as imagens dos seus donos.

A diferença entre estes itens e o título de alguma outra coisa escrita, seja texto, poesia, música, etc. é que o título sempre vem por ultimo quando não se trata de nenhum deles. É ele, o último que ficará em primeiro, o primeiro a ser elogiado ou esculhambado por todos, é o que fica à frente mesmo sendo o menor e é quem leva as bombas de todos e em função de todos.

O título é o primeiro-último por que precisa estudar e ser estudado, precisa estudar o texto para chegar ao topo dele e ser estudado pelo texto e por quem o faz para se encaixar bem e permanecer no seu lugar. Precisa ser chamativo ou, até mesmo, tosco, tem que ser bonito e também feio, tem que chamar a atenção por ele e pelo texto, pela poesia ou por qualquer conjunto de palavras que pareça ser sem sentido para os que não conseguiram, ainda, enlouquecer com letras.

O título é de grande valor, serve para atrair, distrair, contrair. É o título que diz o que é e o que não é, pois, a escritura a qual ele se refere disse a ele, antes de tudo, o que ele deveria ser. É orgulhoso e humilde, sofisticado e simples. Defina o seu título, mostre ao mundo ao menos um pouco de quem você é!

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